Queijos, romance e champanhe
Maio é o mês das noivas e eu quase fui uma noiva de maio. Não fui porque não quis, naturalmente. Do contra como sou, escolhi me casar em abril. Dia 29 passado completamos um ano de casório. Passa rápido, é o que todos dizem. E passa mesmo.
Parece que foi outro dia a loucura de correr atrás de buffet, bem-casados, vestido, sapatos, lista de convidados, convites. Uma loucura divertida e deliciosa, mas cansativa.
Um ano depois, a correria não dá muita trégua para os suspiros de amor, é bem verdade. E o trabalho, trabalho, trabalho também não! Mesmo assim, conseguimos comemorar a data, depois de um dia cansativo de labuta (sim, eu trabalhei num domingo), com acepipes descomplicados, mas muito interessantes: queijos, presunto cru, pão italiano e… champanhe!
Eu concordo com a francesa Mireille Guiliano (aquela do “Mulheres francesas não engordam”): um champanhe borbulhante e loucamente gelado é a melhor companhia para as celebrações. Não experimentei todos os que gostaria (ainda), mas já tenho um eleito: Veuve Clicquot. A viúva entendia do riscado, a pilantra, e contribuiu para o desenvolvimento de um dos melhores champanhes do mundo.
Gruyère, queijo de cabra, gorgonzola, presunto cru e rosbife, com um azeite estupidamente grosso, de tão virgem, casam deliciosamente com um Veuve Clicquot. Eu também concordo com Dom Pèrignon: vejo estrelas ao beber champanhe. Sempre.


Eba! Uma delícia! Te amoooo!