Receitas, culinária e gastronomia, por Luciana Mastrorosa

Guloseima


Archive for the ‘memória’


Domingão – and happy Valentine’s Day 1

Posted on fevereiro 13, 2011 by Luciana Mastrorosa

Domingo é o dia mais complicado da semana. É folga, eu sei, mas também é dia de deixar a roupa lavada, de arrumar a despensa, de pensar nas refeições da semana.

Sei que não tenho andado muito por aqui, mas não é por falta de viver: estou vivendo. Ontem mesmo fui a um almoço delicioso na casa dos amigos do curso da Wilma Kovesi, preparamos o almoço en famille: bloc de foie gras com geleia de frutas vermelhas, pimenta e flor de sal; penne com pesto (fresquíssimo, feito na hora) e molho de mariscos; creme de limão com farofa de nozes e ganache de chocolate amargo (Callebaut) para a sobremesa. Très chic!

Também ontem foi dia de foie gras d’oie entier, chez moi, com geleia de morango, pão de miga tostadinho, vinho de sobremesa Late Harvest… E uma colherada de doce de leite uruguaio Conaprole, que todo mundo merece um docinho…

Por isso domingão é dia de acordar tarde e planejar a vida. E que a semana chegue cheia de vida, de amor, de sonhos… Porque a vida, por si só, pode ser rude algumas vezes (TANTAS vezes…). Mas a gente nunca se cansa de tentar tirar o melhor dela.

E… Feliz Valentine’s Day, para quem é do hemisfério norte.

Petits plaisirs 3

Posted on janeiro 09, 2011 by Luciana Mastrorosa

Amélie Poulain

Adoro detalhes. Na cozinha, assim como na vida, acho que são fundamentais. E é a partir deles que nascem os pequenos prazeres cotidianos, coisas ínfimas que têm a capacidade de nos alegrar em meio ao furacão de todo dia.

Café, por exemplo. Sempre tomei café, desde criança. E, conforme fui adentrando mais e mais o caminho da gastronomia, comecei a conhecer um pouco mais sobre o mundo desta bebida.

De modos que, há uns dois anos, ganhei de presente do meu marido uma máquina de café espresso. Linda, cromada, da De Longhi. Manual, permite controlar a quantidade de pó que coloco para extrair o espresso. E também aceita sachês, mas que sempre prefiro usar o pó.

Claro, tive mil ideias a partir da chegada desta maquininha. A melhor delas foi comprar um moedorzinho de café, assim posso adquirir grãos diferentes, moê-los aos poucos, e ter sempre um café novo em casa. E fresco. Porque café guardado no armário por meses perde o gosto e o aroma, perde um pouco da sua alma.

Daí que, em outubro, viajei para a França, como já comentei aqui no blog. E embora os franceses percam, de longe, para o Brasil em questão de cafés especiais, eles têm um detalhe que adoro: açúcar em cubos!

Então agora o meu petit plaisir cotidiano está completo: acordo, preparo meu café espresso duplo, numa xícara cor-de-rosa, e arremato com um cubinho de açúcar. Que, não por acaso, se chama “‘tit plaisir”, da marca Saint Louis, bem comum na França. O charme destes cubinhos é o formato: estes têm a forma dos naipes de baralho! Quando me sinto romântica, como hoje, vou lá e boto um coraçãozinho na xícara. Acho apropriado.

São os detalhes, os detalhes, que fazem a diferença na vida…

E você? Quais os seus pequenos prazeres cotidianos?

*

PS: a foto que ilustra este post é da personagem Amélie Poulain, interpretada por Audrey Tautou no filme “O Fabuloso Destino de Amélie Poulain”. Um dos clássicos para quem adoooora as pequenas viagens do dia a dia. A trilha sonora é um show à parte. Yann Tirsen manda muito bem.

O trailer do filme, para quem não conhece:

Feliz Natal, merry Christmas, joyeux Noël 0

Posted on dezembro 24, 2010 by Luciana Mastrorosa

O pato está assando no forno, e seu aroma perfuma a casa inteira: o perfume inconfundível da véspera de Natal. Na geladeira, um peru se acomoda na marinada, esperando para ir ao forno amanhã, para o almoço natalino.

Farofa, carne assada, maionese, salada verde, arroz. De sobremesa, frutas, rabanadas, crôstoli, panetone, castanhas portuguesas, nozes, figos e damascos secos. Temperatura lá fora: 30ºC. Quem se importa?

Com tradições familiares não se brinca… Mesmo há algumas gerações no Brasil, os costumes italianos ainda falam mais alto à mesa da nossa família. Nesta época, sempre lembro do meu pai comentando sobre sua avó. Ela dizia que Natal de verdade tinha neve. A gente nunca viu neve no Natal, mas continuamos a preparar assados, comer castanhas e crôstoli com açúcar e canela, ignorando a temperatura lá de fora.

Porque família é assim, né? Vamos criando e recriando as tradições à medida que as gerações avançam. Mas algumas coisas permanecem, nos dando o conforto necessário para seguir em frente, Natal após Natal, dia após dia.

Hoje, desejo aos meus queridos leitores que passem um Natal maravilhoso, com a família de origem ou a família por adoção: amigos, amores, pessoas que enchem nossa vida de felicidade e tornam o caminho mais doce e seguro.

Muitas guloseimas para vocês!

A todos os meus amigos, to all my friends, a tous mes amis, para todos mis amigos, per tutti miei amici:

Feliz Natal, Merry Christmas, Joyeux Noël, Feliz Navidad, Buon Natale. :)

Com todo o meu amor,

Luciana

Caos doméstico 1

Posted on dezembro 20, 2010 by Luciana Mastrorosa

Considero que tenho algum talento para a cozinha, mas confesso: não sou uma boa dona-de-casa. Não sei limpar a casa a ponto de deixá-la “um brinco”, não consigo nunca decidir qual a quantidade correta de amaciante para lavar a roupa, e meus panos de pratos sempre têm manchinhas diversas, resultado do bravo trabalho que desempenham na minha cozinha diminuta.

Daí que hoje fui testar a máquina nova de lavar roupa, daquelas com uma portinha de vidro na frente. Bacana. Feliz, tarde bonita, fui lavar uns panos de prato para testar o aparelho.  Botei uns seis panos de prato, mais uns guardanapos, ajustei a quantidade de sabão e liguei a máquina, toda feliz. Enquanto isso, preparava o arroz integral que acompanharia um curry de camarões.

Entre um dente de alho picado e uma cebola fatiada, o caos acontece: espuma saindo da máquina. Por todos os lados. TODOS.

É claro que errei a mão no sabão. Enquanto tentava botar o arroz para cozinhar, juntei todos os panos de chão possíveis e sequei a cozinha, e mais água saía, e mais espuma, e mais bolhas, e o circo estava armado.

Tudo bem. Respira, respira.

Na panela, o arroz cozinha e cozinha. Arroz cateto integral, leva várias xícaras de água para ficar gordinho e ainda crocante, al dente, como dizem os italianos. Mas, com tanto tempo longe da cozinha, às vezes parece que perco a mão: é o mesmo fogão, a mesma cozinheira, as mesmas panelas, mas ainda assim o arroz teima em grudar, falta sal, algo inexplicável acontece.

Bateu um certo pânico. Mas, em meio ao caos doméstico mais puro e simples, começo a rir. Sozinha, feito uma louca, dou risada e espaireço: vai passar.

Tudo passa.

E, como diria Seven of Nine (momento nerd mode on), “I will adapt”. I am sure of it.

Na Menu 1

Posted on dezembro 08, 2010 by Luciana Mastrorosa

Agora a revista linda em que eu trabalho, a Menu, tem um site novo: www.revistamenu.com.br. O projeto é encabeçado pela minha querida amiga e companheira de trabalho Beatriz Marques.

Aproveitando a onda do site, temos produzido vídeos muito bacanas sobre, claro, o universo gastronômico. Deste aqui eu tive o prazer de participar, ajudando o querido chef-jornalista Pedro Marques a preparar delícias da cozinha asiática.

Vê lá (no frame, eu de zoinho fechado! hehehe):

Para refrescar 1

Posted on dezembro 04, 2010 by Luciana Mastrorosa

Ainda nem chegou oficialmente o verão aqui pras bandas do hemisfério sul, mas o calor já veio. Tempestades no fim da tarde, sol quentíssimo ao meio-dia, manhãs às vezes cinzentas e carregadas de nuvens, outras bem azuis e ensolaradas.

O que comer nestes dias tão quentes? No café da manhã, apenas café, frutas e pão, abandonei o leite faz alguns meses. No almoço, só consigo pensar em saladas e peixes grelhados ou ao forno, nada de cremes e outros elementos pesadíssimos.

Às vezes, no entanto, sinto desejos de comer um bolinho de chocolate no meio da tarde, e o único jeito de deixá-lo menos quente é refrescá-lo na geladeira por algum tempo antes de devorá-lo como se deve.

De sucos, não sou muito fã, salvo quando estou no Rio. Lá, também vai bem um mate gelado, com limão.

Limão é algo muito refrescante, sempre, assim como pepino, melancia, erva-doce em pedaços na salada. Ervas frescas também vão bem nesta época do ano, pois acrescentam sabor e perfume sem pesar no prato.

E o Natal está chegando, né? Mas este ano não sinto desejo de nozes, castanhas e outras delícias típicas desta época (herança da nossa colonização europeia, sim…). Acho que o peru de Natal não vai existir desta vez na nossa mesa: pensamos em assar um pato, para servir com molho de laranja. Também não é nada leve, mas não consigo conceber um Natal em família sem uma ave assada. Farofa tem que ter, com miúdos da ave, uvas passas, bacon, legumes. E uma farinha de mandioca absurdamente boa, senão não funciona.

E saladas para completar, muitas delas. E frutas frescas. Acho que assim está bom.

E você, o que come para se refrescar neste calorão?

Cardápios imaginários 5

Posted on novembro 26, 2010 by Luciana Mastrorosa

SP

Não sei se acontece com todo mundo, mas quando estou triste, não sinto vontade de cozinhar, nem de comer. Os dias vão passando, lentos, entre um arroz feito às pressas e uma omelete qualquer, ovos batidos despejados meio sem jeito na frigideira antiaderente, um tantinho apenas de manteiga, para lembrar que a gente ainda está vivo.

Nesses momentos mais apertados, às vezes me pego criando cardápios imaginários, algo como: quando estiver feliz novamente, o que cozinharei? Chegam-me, nessas horas, aspargos e bacon, o cheiro inebriante da carne de porco defumada espalhado pela casa toda; e também filés de peixe fritos em manteiga dourada, com tomilho e ervas frescas variadas para perfumar. Nunca penso em macarrão: massa é tão família, não serve para essas horas. Imagine, a loucura de almôndegas imersas em molhos de tomate serve para refeições ruidosas de domingo, não para encontrar a felicidade novamente. Aquela felicidade escondida, você sabe.

Nas horas de tristeza, conforto-me com a imagem de curries e coisas apimentadas, de bolos de chocolate com caldas, de ostras frescas e delicadas para servir como entrada, com vinho branco gelado. Ou sidra.

Manjares de nomes infinitos para matar todas as fomes. E elas são muitas.

Mas quando a gente está triste, o máximo que conseguimos fazer é tomar um suco de laranja amargo, por causa das vitaminas, claro, e para lembrar que existe ainda um pouco de doçura – agridoce – nesta vida cheia de entrelinhas.

Buffalo grill 2

Posted on novembro 24, 2010 by Luciana Mastrorosa

Buffalo Grill, Reims

Então estávamos em Reims, uma cidadezinha petitica sem nada para fazer além de olhar a paisagem. Nessa altura, um grupo de amigos já havia se formado: eu, João (brasileiro), Yoora (coreana), Soon (malasiano), Selina (chinesa-australiana), Thania (mexicana) e Max (americano).

Ficamos hospedados numa espécie de castelo antigo, em que os quartos tinham nomes de fruta (o meu era kumquat, aquela laranjinha japonesa mínima que a gente come com casca).

Pois bem. Numa das raras noites em que não tínhamos jantar nem nada agendado, Max, talvez com saudade de casa, quis jantar no… Buffalo Grill. Um restaurante estilo tex-mex, perto do hotel, que servia comida norte-americana. Hambúrgueres, costela, coisinhas fritas, coca-cola, essas coisas. Com direito a tótens e figuras indígenas na entrada!

No ônibus, a caminho do hotel, surgiu a ideia: vamos jantar no Buffalo Grill? VAMOS!

Então fomos: eu, Max, João, Yoora, Andres, Christina (americana) e Selina (chinesa-australiana). Pedimos costelinhas de porco, steaks e outras coisas “tipicamente norte-americanas”. Pois sim.

Em determinado momento, Max, o engraçado, mentiu para a garçonete: “veja, dear, nosso amigo Andres está fazendo aniversário HOJE.”

E não é que ganhamos um bolo com velinhas de presente? Sim! Em Reims, minha gente, em Reims. God save America.

Costelinhas e “french fries”. Ou seriam “freedom fries”? I don’t care:

Buffalo Grill, Reims

O menu do Buffalo Grill. And beer, of course:

Buffalo Grill, Reims

Yoora e Andres:

Buffalo Grill, Reims

Uma das raras fotos em que apareço:

Buffalo Grill, Reims

Max não podia se conter, de tanta felicidade:

Buffalo Grill, Reims

João, o chef brasileiro, e Selina, ainda assombrada pelo fantasma de Dom Pérignon:

Buffalo Grill, Reims

Andres e seu “bolo de aniversário”. Yeah, right:

Buffalo Grill, Reims

E a turma toda quase reunida. Adoro esta foto:

Buffalo Grill, Reims

O fantasma de Dom Pérignon 8

Posted on novembro 23, 2010 by Luciana Mastrorosa

A casa de Dom Pérignon

É claro que, convivendo diariamente com um grupo de quase 20 pessoas, natural a gente fazer amizade mais próxima com alguns. Uma das minhas favoritas era a Selina, chinesa-australiana, quase da minha idade, simpática e divertidíssima. Foi graças a ela que comprei meus primeiros óculos de sol Chanel, um sonho. Mas isso fica para uma conversa no boteco.

Fato é que, a caminho de Reims, paramos na cripta de Dom Pérignon. Aquele mesmo, do champagne famosérrimo, que disse que tomar champanhe era como “beber estrelas”. Ele estava certo.

Pois bem. Estávamos a caminho de nossa segunda semana de curso, em Reims, quando decidimos fotografar a tumba de Dom Pérignon. Selina, que tem um olhar incrível para cenas e fotos, clicou a tumba do dito cujo na mesma hora que eu. E ficou mais uns instantes por lá, admirando, enquanto eu saía do local fazendo alguma piada boba com meu amigo Max.

Dias depois, num jantar que tivemos, harmonizando champanhe e pratos deliciosos, eis que nosso amigo malasiano, Soon, chega até mim e diz, com voz grave: preciso te contar uma coisa muito importante, mas só posso contar no sábado. Como assim, Soon!!!!! Insisti até que ele me contasse o “segredo”: disse ele que Selina havia fotografado o FANTASMA de Dom Pérignon. Repeti: “Como assim, Sooooooooon?!?”.

Falei com Selina, claro, e ela me mostrou a foto: realmente, tinha um, digamos, rosto, na foto que ela tirara com seu Iphone. Mas… Eu tirara a mesma foto, e nada, nada mesmo, tinha aparecido.

Como diria dona Milu: mistééééééério!

Sei que ficamos a noite inteira conversando e rindo e brincando e falando do fantasma de Dom Pérignon. E incomodamos os vizinhos, que nos ouviam nos quartos acima de nós… Por causa de Selina e Dom Pérignon (e de alguns goles de cerveja e Jack Daniels, claro), ficamos conhecidos como “trouble makers”. Como diz meu amigo João, brasileiro “sempre causa”. É verdade: causamos.

Mas olha… Se era um fantasma mesmo, não sei. Sei que, se for, ele está rindo conosco, feliz por fazer parte desta loucura de duas semanas que foi este curso.

Dom Pérignon, bless me! Bless all of us! :D

A igrejinha onde Dom Pérignon descansa em paz:

A igreja

Uma vela em homenagem ao nosso querido personagem:

Velas

E a minha foto da tumba… Vejam, não há fantasma algum! Acho que o lance era com a Selina….

Dom Pérignon

Mercado noturno de Rungis 7

Posted on novembro 22, 2010 by Luciana Mastrorosa

Rungis Market

Como disse nos posts anteriores, numa das noites do curso que fiz na França este ano (Hautes Études du Goût), tivemos uma visita fantástica ao mercado noturno de Rungis.

É como um Ceagesp gigante, bem organizado, limpo, dividido entre peixes, carnes, caça, frutas, verduras e legumes (cogumelos também), queijos e flores.

Ficamos acordados a noite inteira, tomando vinho e champanhe num bar à vin pertinho do hotel, até dar o horário de encontro: 2 horas da manhã, nosso ônibus partiria de Paris em direção ao mercado. E lá fomos nós.

Estava um FRIO de rachar. Fui com casaco, calça, cachecol, meias de lã e sapatos simples… E meus pés quase congelaram, acreditem. Mesmo andando e falando e fotografando e tudo e tal, chegou uma hora em que mal conseguia sentir meus dedões dos pés! Ficava batendo os pés, pulando, saracoteando, mas nada adiantava… A sensação era de entrar em uma geladeira ou freezer, literalmente.

Mas, olha, vou dizer: que experiência! Nunca vi um mercado tão grande e tão lindamente organizado. Todos os produtos, fresquíssimos, chegam de várias partes da França e do mundo para abastecer Paris e outras cidades. A gente não podia comprar os produtos, apenas ver e fotografar, diante do olhar meio enfastiado, meio divertido, dos vendedores. Quando era por volta das 5 horas da manhã, as vendas estavam a todo vapor, e os comerciantes ficavam meio irritados com nós, alunos, xeretando tudo. Mas, whatever, né?

Xeretamos mesmo! E foi incrível.

Tomamos café da manhã no mercado, por volta das 7 e pouco da manhã. Tonta de sono, não podia ouvir sequer uma palavra que o organizador dizia, e ficava tentando apaziguar meu amigo Max, que queria atirar uma faca em três ou quatro da turma que faziam perguntas bobas àquela hora da madrugada! hahahahah! “Calm down, Max! Behave!” E assim foi.

Por conta da greve generalizada na França, estava um trânsito terrível na volta para Paris, de modo que chegamos ao hotel por volta das… 10 da manhã! Exaustos, com frio, mas absolutamente felizes por ter visto de pertinho alguns dos produtos mais deliciosos da face da Terra.

Vejam algumas fotos do incrível mercado… De chorar, de bom:

A seção de peixes:

Rungis Market

Atuns gigantescos, dava até dó:

Rungis Market

Vieiras fresquíssimas:

Rungis Market

Peixes que nunca vi na vida:

Rungis Market

Coelhos (seriam lebres?) com pelo e tudo… Para provar que não são gatos:

Rungis Market

Pombos com suas penas… Provei a carne, era deliciosa:

Rungis Market

Patos, com cabeça junto. Um pouco… estranho:

Rungis Market

Uma visão do mercado. Tudo organizadíssimo, em plena madrugada:

Rungis Market

E as carnes, né? Impressionantes… Mas não tinham cheiro algum:

Rungis Market

Foie gras, embalado a vácuo:

Rungis Market

Na seção de legumes, abobrinhas de todos os tipos:

Rungis Market

E abóboras, tão pequenas e alaranjadas, muito diferentes das que vemos por aqui:

Rungis Market

Nozes, recém colhidas, quase macias, de tão novas:

Rungis Market

Na parte das frutas, abacaxizinhos mínimos e amarelos:

Rungis Market

Morangos absolutamente perfumados:

Rungis Market

Framboesas delicadas, e onipresentes:

Rungis Market

E… groselhas. De verdade!

Rungis Market

E para terminar, os queijos. Alguns davam medo, de tanto mofo:

Rungis Market

Outros eram lindos… Valeram a visita:

Rungis Market

Revendo as fotos, dá uma saudade apertada de tudo. Afe.



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