Receitas, culinária e gastronomia, por Luciana Mastrorosa

Guloseima


Archive for the ‘restaurantes’


Acrópoles, o meu amigo grego 0

Posted on novembro 20, 2008 by Luciana Mastrorosa

Você já foi à Grécia? Eu nunca fui, mas imagino que o restaurante Acrópoles, no bairro paulistano do Bom Retiro, seja um representante legítimo do povo grego.

Estive no Acrópoles pela primeira vez no ano passado, na hora do almoço. Da primeira vez, minha impressão não foi das melhores: ambiente lotado, ruidoso, serviço desatento e quase desleixado, para um preço muito caro cobrado pelos pratos. A comida? Boa. Mas o ambiente atrapalhado embotou os meus sentidos e decidi que precisaria de uma nova visita para tirar a má impressão.

Em outubro deste ano um casal de amigos cariocas estava em São Paulo e meu amigo queria conhecer a comida do Acrópoles. Fiquei com medo de levá-los lá, é verdade: e se o tratamento fosse ruim? Será que o restaurante ficaria tão lotado no jantar? Precisaria reservar mesa? Com essas dúvidas todas, liguei para o Acrópoles no meio da manhã de uma quarta-feira e, para minha surpresa, descobri que não precisava fazer reserva, porque o restaurante é sossegado à noite.

Acropoles
Decoração simples, com destaque para o azul e branco

E era mesmo. Chegamos por volta das 20h30, e o restaurante estava praticamente vazio. Ruim? Nem um pouco! O tratamento ao nosso grupo foi muito vip, com direito a histórias do proprietário do Acrópoles, sr. “Trasso”, que contou – enquanto preparava pessoalmente nossa salada grega – porque não havia queijo feta na salada.

Tomamos vinho, provamos pratos diferentes e, para finalizar a noite grega, pedimos bakhlavas de sobremesa, um doce feito com massa filo, calda de mel e recheio de nozes, muitas nozes. Delícia!

Acropoles

Salada grega: alface, azeitona, tomate, cebola, parmesão (no lugar do queijo feta)

Acropoles
Risoto de frutos do mar, lula recheada (gigante) e polvo ensopado no vinho

> Ponto positivo: comida boa, farta, e as histórias incríveis do sr. Trasso que, de muito boa vontade, nos tratou como reis.

> Ponto fraco: o preço dos vinhos era muito alto pela qualidade oferecida.

> Pratos que eu indico: a moussaka, feita com berinjela, carne moída e muitas especiarias, e o combinado de polvo ensopado, arroz com frutos do mar e lula recheada. E a bakhlava de sobremesa, claro.

> Comentário bizarro da noite: “Luciana, me diga uma coisa: este camarão é grande mesmo ou são três grudadinhos?” – Fabrício, em dúvida sobre o tamanho colossal dos camarões em seu prato.

Em resumo, eu voltaria, fácil. Mas da próxima vez tomaria ouzo, o aguardente grego, e comeria uma bakhlava inteira sozinha! :P

***
Restaurante Acrópoles
Rua da Graça, 364 – Bom Retiro – São Paulo/SP
Fone: (11) 3223-4386
Horário de funcionamento: de segunda a domingo, das 6h30 à 23h30

* Post publicado originalmente no Blogs Abril. Para ver os comentários antigos, clique aqui.

Visitando o Azaït 0

Posted on outubro 14, 2008 by Luciana Mastrorosa

Semana passada estive pela primeira vez no Azaït, restaurante de culinária mediterrânea nos Jardins. Era aniversário de uma amiga, e sete mulheres ruidosas e felizes se aconchegaram numa das mesas no fundo do restaurante, de iluminação indireta e parede de tijolinhos. Muito divertido!

Misteriosamente, eu fui a primeira a chegar, e comecei o jantar com uma água com gás com limão para acompanhar as entradinhas: focaccia de alecrim e sal grosso, pãezinhos integrais, azeitonas pretas e verdes no azeite, pasta de berinjelas, pasta de coalhada seca. Tudo muito apetitoso, especialmente a focaccia com alecrim, de textura perfeita.

Restaurante Azaït: o couvert delicioso. Foto: Luciana Mastrorosa
Azeitonas, sal grosso, focaccia… E foto ruim do celular :D

A casa, além de ter ótimos pratos da cozinha mediterrânea, também tem uma lojinha de azeites logo na entrada. Não me aventurei pela lojinha porque, depois do farto jantar, meu paladar só pedia água fresca. Mas quero voltar ao Azaït para a degustação de azeites e para escolher um frasco para levar para casa.

Vinho tinto português, do Alentejo, acompanhou a refeição das garotas. Duas garrafas, até que não foi tanto, vai! :)

E meu prato principal estava simplesmente um espetáculo inesquecível: filé com foie gras ao molho de vinho tinto, acompanhado de batatas coradas. Dá água na boca só de lembrar! E todos os pratos são harmonizados com um tipo diferente de azeite, um luxo.

Para encerrar a refeição, apenas café. Dificilmente peço sobremesas, ainda mais depois de tanta comida boa…

O preço é meio salgadinho (R$ 90 por cabeça), mas o Azaït me pareceu um bom lugar para celebrações, refeições especiais, festas, pedidos românticos de casamento… Assim como a Vinheria Percussi. Mas sobre a Vinheria eu escrevo em outro post. Vale MUITO a pena! ;)

***

Azaït
Rua Peixoto Gomide, 1532 – Jardins
São Paulo-SP
11 3063-5799

* Post originalmente publicado no Blogs Abril. Para ver os comentários antigos, clique aqui.

Viagem ao Planeta’s 1

Posted on julho 31, 2008 by Luciana Mastrorosa

A primeira vez que fui ao Planeta’s era um sábado. Estava com meu namorado da época, seu pai, seus irmãos. Eu devia ter uns 14 anos, mas lembro ainda hoje, com perfeição, do salão lotado, os garçons de camisa branca e gravata preta, as bandejas cortando o ar. O prato: feijoada completa, para muitos. E para beber, caipirinha.

Planeta's

Eu era uma menina ainda e não bebia caipirinhas, mas lembro do pedido do meu ex-futuro-sogro: com açúcar, com limão, com cachaça. Uma vera caipirinha, comme il faut.

As tigelas vieram, fumegantes, com carnes, feijão e arroz e farofa e couve verdinha. Eu tinha tanta vergonha de parecer chata, de parecer indelicada, que comi pouco, pouquinho, mas adorei tudo aquilo. Tudo.

Planeta's

Num sábado desses, este ano, muito tempo depois, resolvi apresentar a feijoada do Planeta’s para meu marido, e tudo estava lá, exatamente como antes: a dança dos garçons, os pratos bem servidos. Pedi uma caipirinha, e era doce. O garçon sugeriu o couvert, totalmente italiano, mas não: só feijoada, por favor. E um punhado de lembranças.

O Planeta’s é do coração.

***

Planeta’s
Rua Martinho Prado, 212 (esquina com a rua Augusta)
Fone: 11 3256-5330

Os martínis do Gabriel 1

Posted on maio 21, 2008 by Luciana Mastrorosa

Almofadas, lanternas, sofás confortáveis para criar um ambiente intimista, um couvert impecável e uma carta recheada de martínis são a marca de charme do Bar Gabriel, no Jardim Paulistano.

Apple Martini

Mais Apple Martini, Bar Gabriel

Sou fã das meninas do antigo seriado Sex and the city, e mal posso esperar pela volta do quarteto no filme que estréia no comecinho de junho em São Paulo. Lembra da bebida que era a marca de Carrie, Samantha, Miranda e Charlotte? Cosmopolitan, é claro!

Cosmopolitan, o queridinho das garotas
Cosmopolitan com zest de laranja, Bar Gabriel

E o Bar Gabriel tem um “Cosmo” ótimo, que o bartender Tiago, ainda aprendiz, preparou com carinho à mesa, com zest de laranja. Perfeito para criar aquele clima de “amigas para sempre” com suas queridas convivas.

Aliás, durante minha visita ao bar, percebi que havia muitos grupinhos de meninas no local. Acho que o clima gostoso, com um toque marroquino, agrada às garotas.

O clima e as saladas, que o chef português Pedro Holstein prepara, como as duas que provei: uma levava queijo brie, e a outra, presunto cru, como destaques. Com muitas folhas e molhos suaves. E estavam divinas, numa porção suficiente para servir como uma refeição, apesar de serem classificadas como “entradas”.

Salada São Gabriel: folhas verdes, brie grelhado, frutas e mel
Salada com queijo do Bar Gabriel

Salada com presunto cru, tomate cereja, nozes e mix de folhas
Presunto cru e delicias, Bar Gabriel

O ambiente do bar foi projetado por Sig Bergamin, e a carta de bebidas ficou por conta do bartender Márcio Silva, o mestre de Tiago.

Quero voltar ao Gabriel para provar os pratos quentes, e me divertir novamente com o couvert, que é um show por si só: pães, crostinis, patê de foie gras, de chancliche temperado e de raiz forte, azeite aromatizado com manjericão e flor de sal para acompanhar. Simples e chique.

Pães, crostinis, patês, foie gras e flor de sal no couvert do Bar Gabriel

O Gabriel é uma boa dica para casais que adoram o burburinho de sair à noite no Dia dos Namorados. E deve estar maravilhoso neste feriado prolongado, já que muita gente viaja e a cidade fica um pouco mais leve, menos amontoada, bem do jeito que a gente gosta.

***
Bar Gabriel
Al. Gabriel Monteiro da Silva, 1424
Jardim Paulistano – São Paulo (SP)
Fone: 11 3063-5400

Porque sim, a casa de lámen 2

Posted on maio 13, 2008 by Luciana Mastrorosa

A dica de hoje é rapidinha, para quem quer espantar mais o frio, como eu: já experimentou o lámen, aquele prato japonês com macarrão, caldo e alguns acompanhamentos? É barato, gostoso e reconforta depois de uma caminhada no vento gelado!

Outro dia estava dando mais um passeio pelo bairro da Liberdade, em busca de ingredientes gostosos, quando fiquei com vontade de comer lámen, ou “rámen”, como os japoneses o chamam.

Seguindo indicação de duas simpátinhas senhorinhas locais, fui parar no “Porque sim”, uma lámen house e karaokê de nome engraçado e atendimento cordial. A comida? Ótima!

Pedi um lámen com caldo temperado com shoyu, com o tradicional macarrão (parece miojo, mas não é), acompanhado de algas, ovo cozido, uma fatia de lombo e um prensadinho de massa de peixe, com um desenho cor-de-rosa (“kamaboko”). Acredite: é muito gostoso! E custa R$ 14.

E ainda vem uma conchinha de madeira para tomar o caldo, ao final. Gostei tanto, que voltei no dia seguinte… E adivinha o que farei neste fim de semana?

Vai lá:

Porque sim
Lámen house e karaokê
Rua Tomás Gonzaga, 75
Liberdade – São Paulo (SP)

Ceviche e um restaurante nipo-peruano 1

Posted on abril 23, 2008 by Luciana Mastrorosa

Você já provou comida peruana? Sabia que existem dezenas de tipos de milhos e de batatas no Peru? E que o ceviche é um dos pratos mais típicos do país? Eu não sabia.

Tenho um amigo casado com uma peruana e lembro que, certa vez, ele comentou que havia milhos roxos por lá. Para comprovar, trouxe um pirulito feito com o ingrediente.

A informação ficou perdida em algum ponto da memória, até que assisti aos ótimos programas “Mesa pra Dois”, em que a chef Flávia Quaresma fez algumas divertidas viagens ao Peru, mostrando um pouquinho das comidas do país.

Em um dos programas, ela ensina a preparar o ceviche, um prato feito com peixe cru, marinado em limão e cebola. Como eu não gosto de cebola crua, nunca tive coragem de experimentar o tal prato típico peruano.

Até que finalmente provei a iguaria no restaurante Shimo, que tem uma cozinha classificada como “nipo-peruana”. Explico: a idéia do proprietário era unir as cozinhas do Japão e do Peru, por considerá-las bastante parecidas. A idéia funciona bem, e pode ser conferida em um festival servido no almoço, ou nos pratos à la carte. O festival inclui tanto os pratos peruanos quanto as iguarias japonesas, como shimeji, sushis e sashimis com peixes variados.

Deixei o preconceito de lado e experimentei o ceviche, que explodia de sabor. O peixe, fininho, estava praticamente cozido pelo ácido do limão e das cebolas roxas, e o coentro (que eu adoro!), mascarava o sabor, sempre acre, da cebola crua. Resultado: amei.

As entradas peruanas, com o delicioso ceviche:
Ceviche delicioso no Shimo

Além do ceviche, o Shimo tem ainda combinados japoneses, com sushis e sashimis de qualidade, e outras iguarias peruanas, como os tiraditos (também fatias de peixe cru, servidas com outros molhos).

Sushis e sashimis, na parte japonesa do cardápio:
Sushis e sashimis no Shimo

Mas, para mim, a glória da casa foi mesmo o ceviche. Recomendo fortemente, ainda mais agora que o Shimo está com um bar lindo também, bom para tomar um drink em pequenos grupos ou, é claro, com a pessoa amada. No balcão, naturalmente.

O ceviche com molho de limão e cebola roxa sai por R$ 23,00. O tiradito, fatias de peixe em salsa de azeite extra virgem e alho, custa R$ 25,00.

“Dueto de lúcuma”, a sobremesa:
Sobremesa no Shimo

Provei também uma sobremesa chamada “dueto de lúcuma” (R$ 13,00), feita com uma fruta peruana de mesmo nome, acompanhada de mousse de chocolate e shake de canela. Um pouco doce demais para o meu paladar, que ainda estava abalado pela delícia do ceviche. Mas vale para conhecer um pouco da fruta, que a gente não vê por aqui.

Ambiente moderninho e colorido, by Marcelo Rosenbaum:
A linda decoração colorida do Shimo

E uma dica: até o dia 27 deste mês, o Shimo apresenta um cardápio especial para comemorar seus 4 anos de vida, sempre no jantar, com entradas frias e quentes, combinado de sushi e sashimi, e um prato quente peruano.

***

Shimo
Rua Jerônimo da Veiga, 74 – Itaim Bibi
São Paulo (SP)
Fone: (11) 3167 2222

Mori agora em Moema 3

Posted on abril 16, 2008 by Luciana Mastrorosa

Quem mora em Perdizes conhece faz tempo os sushis e sashimis do restaurante Mori. A casa abriu uma unidade nova, em Moema, no final de março, com espaço amplo, arejado, com tatames no segundo piso, que conferem charme ao lugar.

Fui convidada a participar, esta semana, de um almoço no novo Mori, para provar as delícias que o sushiman Aldo Aoyagi – que está há 15 anos no grupo! – preparou. A mesa recebeu uma série de pratinhos, cada um com um tipo diferente de sushi ou sashimi.

Festival de sushi e sashimi no balcão:
Festival de sushi no Balcão, Mori Moema

Entre os favoritos, hot roll com maçã, massa leve e delicada envolvendo o sushi, e recheio cremoso e quentinho. Também gostei muito dos mini-rolinhos de salmão, recheados com tempura de camarão.

Os shimejis estavam saborosos, de textura amanteigada, e o tempura de legumes veio em pedaços grandes, com massa crocante e fininha. Aldo parece gostar de sushis com frutas, como morango e abacaxi, e também com cream cheese. Não gosto muito da textura cremosa do queijo, mas em alguns casos o casamento foi feliz.

Para finalizar, um prato com sashimis de atum, salmão e olhete, peixe de sabor semelhante ao atum, mas entremeado com mais gordura, delicioso. No prato, mais sushis, desta vez com recheios e formas mais tradicionais. O pessoal da mesa até brincou: “Um sushi tradicional não faz mal de vez em quando, né?”. Isso porque, para começar, minutos antes, havia chegado à mesa um pratinho com sushis flambados em Curaçao Blue, ainda pegando fogo. Coisa de artista!

A casa ainda está firmando sua personalidade, mas vale uma visita pelo menos para conhecer os saborosos peixes preparados pelo sushiman. A dica é: entre e sente no balcão. Lá, pertinho de Aldo, você pode escolher o Festival de Sushi e Sashimi, e apreciar as criações que o sushiman vai preparar só para você.

Rodízio de sushi na mesa:

Rodizio de sushi - Mori Moema

Se preferir algo mais tradicional, ou estiver em turmas maiores, vale escolher uma das mesas e desfrutar do mesmo Festival, com menos “criações”. O Festival custa R$ 40,00 na mesa, e R$ 45,00 no balcão.

Para quem não gosta de sashimi (as fatias finas de peixe cru), a dica é pedir o Rodízio de Sushi, que também tem os pratos quentes (tempura, gyosa, shimeji, etc), além, claro, dos sushis e temakis. O Rodízio de Sushi custa R$ 35,00 na mesa, e R$ 39,00 no balcão). A reposição dos itens, tanto no Festival quanto no Rodízio, é feita à vontade. Mas não vale desperdício, né?

Agora é escolher uma cerveja geladinha ou um saquê para acompanhar os peixes fresquíssimos e as sugestões criativas do mestre Aldo e sua trupe.

***

Mori – Moema
Rua Gaivota, 1488, Moema
São Paulo (SP)
(11) 5532-0181

* As fotos são de divulgação, e foram clicadas pelo Tadeu Brunelli

Um bistrô bem francês 1

Posted on abril 08, 2008 by Luciana Mastrorosa

Ah, fazia tempo que eu não ficava assim, sem internet. Sem ver emails, sem postar, sem ler notícias. Mas não, não foi uma decisão voluntária: meu computador foi infestado por vírus, e a situação ainda não está de todo resolvida…

Tenho lá um monte de posts bacanas, prontinhos e quentinhos, que terão de esperar mais um pouquinho para vir ao mundo. Enquanto isso, o que fazer?

Aproveitar a vida tomando vinho num bistrô simpático, como o L’Aperô.

L'Aperô e uma flor

Fica no alto da Vila Madalena, e é comandando por um francês e sua simpática senhora. As porções de saladas são generosas, com recheios que agradam até os que não curtem os verdes. As torradas com queijo chèvre também são ótimas, com o queijo macio derretendo por cima. Destaque especial para as batatas fritas em rodelas, com alho. Para quem gosta de sabor forte, é uma pedida muito boa.

Para acompanhar, vinhos, cervejas ou destilados. Como é bem bistrô, um vinho não vai nada mal, e pode ser pedido em taças. Os espumantes também costumam ter bons preços, e valem para os dias de celebração.

Vinho e batatas deliciosas no L'Aperô

O charme do lugar fica por conta das mesinhas de madeira escura, com toalhas de estampa xadrez. E sempre tem um vasinho com flores frescas ou uma velinha acesa, para animar os casais românticos.

Se quiser escolher mesa, chegue cedo, quando estiver caindo a noite. Tem várias mesinhas de canto, no escurinho, para os recém-apaixonados que só querem curtir os bons momentos da vida!

***

L’Aperô
Rua Mourato Coelho, 1.343 – Vila Madalena
São Paulo (SP)
Fone: 11 3814-2445

Curtindo os últimos dias do verão 1

Posted on março 05, 2008 by Luciana Mastrorosa

Apesar do calor gostoso e dos dias ensolarados, o verão está chegando ao fim. Pelo menos em São Paulo, foi uma estação meio atípica, sem aqueles longos dias de calor intenso. Muita chuva, tempo feio. Parece que o verão realmente resolveu dar as caras só agora.

Tudo bem! Ainda dá tempo de tomar uma cerveja à beira-mar, comer camarões fritos na praia, beber um espumante geladinho no fim de semana, para comemorar o fim da estação.

Um restaurante bom e relativamente perto de São Paulo é o Ribadávia, em Bertioga, tradicional reduto de “pagamento de apostas” na minha turma de amigos. Né, André?

O Ribadávia se tornou uma instituição: sempre que vou a Bertioga, é lá que procuro a caldeirada farta, cheinha de frutos do mar, para um almoço feliz. Não pode faltar arroz branco e pirão, para acompanhar. E, claro, a cerveja gelada. E pimenta, algumas gotinhas, para animar a alma de quem gosta de um sabor mais intenso. Como eu!

Depois, passear na orla, ver o Forte, sentar na pracinha, tomar sorvete… A vida pode ser boa, né?

A caldeirada deliciosa: camarões grandes, lulas, mexilhões…
Bertioga - nov 2007

Cerveja gelada e pirão
Bertioga - nov 2007

Torradinhas de alho para petiscar
Bertioga - nov 2007

***

Restaurante Ribadávia
Av. Vicente de Carvalho, 665
Bertioga – São Paulo
(013) 3317-2548

Empanadas chilenas 2

Posted on fevereiro 28, 2008 by Luciana Mastrorosa

Estou devendo por aqui um post com fotos apetitosas que André e Luciana fizeram para mim, sobre sua temporada de carnaval no Chile. Enquanto isso, deixo vocês com uma dica simpática para uma cerveja nesta quinta-feira com cara de sexta: que tal uma empanada no El Guatón?

Empanada de marisco, no El Guatón

O “Guatón”, como o chamamos carinhosamente, fica no bairro de Pinheiros, em São Paulo, mas não exatamente ao lado da fervida Vila Madalena.

Tem um ambiente simples, decorado com coisas do Chile, e serve, naturalmente, pratos típicos do país: congrio frito, pastel de choclos, e as empanadas já mencionadas.

Esta aí da foto é de marisco, e foi consumida numa alegre quinta-feira à noite, neste verão esquisito de São Paulo. Com uma cerveja beeem gelada, é um petisco e tanto! E são grandes. Não faça como a gulosa aqui: pedi duas, iguaizinhas, e só consegui comer uma inteira e um pedacinho da outra. Acho que tinha cerveja demais na barriga! ;) Ou tenho um estômago de passarinho, mesmo.

Se você não gosta de marisco, fique tranqüilo. Há outros recheios apetitosos, como carne, frango e queijo.

Experimente:

El Guatón
Rua Arthur de Azevedo, 906
Pinheiros – São Paulo/SP
(11) 3085-9466



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