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	<title>Guloseima &#187; jazz</title>
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	<description>Receitas, culinária e gastronomia, por Luciana Mastrorosa</description>
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		<title>O novo Le Jazz</title>
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		<pubDate>Wed, 20 Jan 2010 03:49:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luciana Mastrorosa</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Passei o dia ouvindo Melody Gardot cantar &#8220;Your heart is as black as night&#8221;. Passei dias ouvindo Charles Mingus e sua &#8220;Haitin fight song&#8221;, certamente para tentar abrandar o coração diante da tragédia no Haiti. Neste primeiro mês de 2010, penso, portanto, que o jazz combinou perfeitamente, seja em suas versões mais animadas ou românticas, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-942" title="Le Jazz Brasserie" src="http://www.guloseima.net/wp-content/uploads/2010/01/lejazzbrasserie.jpg" alt="Le Jazz Brasserie" width="498" height="139" /></p>
<p>Passei o dia ouvindo Melody Gardot cantar <a href="http://www.youtube.com/watch?v=Kmc1XN3iVVc" target="_blank">&#8220;Your heart is as black as night&#8221;</a>. Passei dias ouvindo Charles Mingus e sua <a href="http://www.youtube.com/watch?v=EIf3a9FUJj4" target="_blank">&#8220;Haitin fight song&#8221;</a>, certamente para tentar abrandar o coração diante da tragédia no Haiti.</p>
<p>Neste primeiro mês de 2010, penso, portanto, que o jazz combinou perfeitamente, seja em suas versões mais animadas ou românticas, até as mais tristes melodias do cool jazz. Nada mais adequado, portanto, do que fazer uma visita à jovem brasserie <a href="http://www.lejazz.com.br/Le_Jazz/Brasserie_Le_Jazz.html" target="_blank">Le Jazz</a>, na rua dos Pinheiros, em São Paulo.</p>
<p>A casa é pequena, de poucas mesas, com paredes recheadas de ídolos dessa vertente musical. E a comida é boa, muito boa. A ponto de sempre &#8211; sempre &#8211; ter filas na porta em busca de um steak tartare bem temperado com fritas sequinhas e crocantes, uma salada, um sanduíche&#8230;</p>
<p>O sotaque francês fica evidente já no couvert: logo que conseguimos, com sucesso, sentar numa das mesinhas, o garçom nos trouxe fatias de bom pão para acompanhar uma manteiga excelente e uma jarra de água da casa. Tem coisa mais francesa que isso? Lembro da minha primeira visita a Paris, tonta de tudo, pedindo &#8220;un verre d&#8217;eau, s&#8217;il vous plaît&#8221; ao garçom que mal entendia meus primeiros balbucios em francês&#8230;</p>
<p>O Le Jazz já ganhou muitos pontos na minha admiração só por esse detalhe, mas a verdade é que a entrada de <strong>tutano assado com salsa e flor de sal</strong>, para &#8220;comer de colher&#8221; com uma torrada DESTE tamanho estava espetacular. O <strong>entrecôte com molho secreto da casa</strong>, rosado por dentro e bem dourado por fora, também estava impecável, assim como as fritas. Sequinhas, crocantes e macias ao mesmo tempo, como só boas batatas fritas conseguem ser. E, para ativar ainda mais a saudade da França, o garçom nos trouxe também um potinho de mostarda Dijon para acompanhar os pratos. <em>Oui, bien sûr, je voudrais bien la moutarde, merci</em>!</p>
<p>Para beber, escolhemos um malbec em meia garrafa que casou bem com as carnes vermelhas, cruas ou grelhadas. Pena que não sobrou um espacinho sequer no estômago para a sobremesa&#8230; Queria bem provar o clafoutis de cerejas ou amoras para acompanhar o café.</p>
<p>Mas, como o Le Jazz tem a vantagem de ser perto, pertinho, da minha casa, sem dúvida voltarei. Com Billie Holliday, Ella Fitzgerald, Cole Porter e nosso amigo Coltrane para embalar o jantar.</p>
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