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	<title>Guloseima &#187; magret</title>
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	<description>Receitas, culinária e gastronomia, por Luciana Mastrorosa</description>
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		<title>Pato para as massas</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Feb 2012 02:14:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luciana Mastrorosa</dc:creator>
				<category><![CDATA[colunas e artigos]]></category>
		<category><![CDATA[comida]]></category>
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		<description><![CDATA[Por Tatiana Barros Pato! Para mim, saborear esse tipo de ave é novidade. Sempre vi o preparo de carne de pato em programas de culinária e em restaurantes mais refinados, mas nunca pensei em pedir. Até que outro dia, passeando pelo mercado passei pela sessão de ovos, notei uma caixinha com ovos maiores que o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Por Tatiana Barros</strong></p>
<div id="attachment_1424" class="wp-caption aligncenter" style="width: 449px"><a href="http://guloseima.net/2012/02/01/pato-para-as-massas/pato-bandeja/" rel="attachment wp-att-1424"><img class="size-full wp-image-1424" title="Peito de pato no supermercado" src="http://guloseima.net/wp-content/uploads/2012/02/pato-bandeja.jpg" alt="Peito de pato no supermercado" width="439" height="277" /></a><p class="wp-caption-text">Peito de pato no supermercado</p></div>
<p>Pato! Para mim, saborear esse tipo de ave é novidade. Sempre vi o preparo de carne de pato em programas de culinária e em restaurantes mais refinados, mas nunca pensei em pedir. Até que outro dia, passeando pelo mercado passei pela sessão de ovos, notei uma caixinha com ovos maiores que o normal. Fui ver de perto e eram&#8230; ovos de pato! Assim, ali, como se fosse algo natural da sessão de ovos.</p>
<p>Peguei uma caixinha e voltei para casa super curiosa. Pela embalagem, procurei o site da marca. É uma marca de Quebec, se chama<strong> <a href="http://www.canardsdulacbrome.com" target="_blank">Brome Lake Ducks</a>.</strong></p>
<p>Que idéia genial popularizar produtos derivados de pato! Eles têm ovos, carne, caldos, molhos, patês, linguiças e até gordura, tudo feito dessa ave.</p>
<p>Eu nunca havia experimentado ovos de pato antes e confesso que são deliciosos. O sabor é similar ao ovo comum de galinha, mas muito mais acentuado. Por ser maior, também demora um pouco mais para cozinhar.</p>
<p>Dessa primeira experiência, minha próxima aventura foi comprar peito de pato direto da sessão de carnes ao lado dos frangos. Ainda estou contente pelo acesso tão fácil a algo que antes só encontrava em açougues ou em lojas especializadas.</p>
<p>Para quem não conhece, a carne do pato também é saborosíssima e bastante nutritiva. A carne e os ovos de pato são ricos em vitaminas A, B12, C, ferro, cálcio e outros.</p>
<p>Deixo para vocês a minha versão do peito de pato. Espero que gostem!</p>
<p><strong>PEITO DE PATO GRELHADO (MAGRET)</strong></p>
<p><strong>Ingredientes:</strong><br />
1 peito de pato (magret)<br />
2 colheres (sopa) de vinagre de maçã<br />
1 pitada de tomilho<br />
1 colher (sopa) de mel<br />
alho em pó a gosto<br />
cebola em pó a gosto<br />
azeite de oliva quanto baste<br />
sal e pimenta-do-reino a gosto</p>
<p><strong>Modo de preparo:</strong><br />
Retire o peito de pato da geladeira 10 minutos antes de cozinhar. Com uma faca afiada, faça riscas sobre a pele, em padrão quadriculado, mas sem atingir a carne. Coloque o peito de pato em uma tigela, adicione o vinagre, o tomilho, o alho em pó, a cebola, o azeite, o sal, a pimenta e o mel. Esfregue bem essa mistura na carne e deixe marinar por 1 hora (meia hora de cada lado).</p>
<div id="attachment_1425" class="wp-caption aligncenter" style="width: 470px"><a href="http://guloseima.net/2012/02/01/pato-para-as-massas/pato-magret/" rel="attachment wp-att-1425"><img class="size-full wp-image-1425" title="Magret com a pele quadriculada" src="http://guloseima.net/wp-content/uploads/2012/02/pato-magret.jpg" alt="Magret com a pele quadriculada" width="460" height="345" /></a><p class="wp-caption-text">Magret com a pele quadriculada</p></div>
<p>Depois do descanso, coloque o peito de pato, com o lado da pele para baixo, em uma frigideira pré-aquecida em fogo médio-alto por 2 minutos. Remova o excesso de gordura da panela e deixe selar por mais 2-3 minutos. Reduza o fogo para médio, e cozinhe por 6-7 minutos ou até que a temperatura interna chega a 63°C. O magret (como o peito de pato é chamado, em francês) é melhor quando servido ao ponto, ainda cor-de-rosa por dentro, mas bem tostadinho por fora.</p>
<p>Retire da panela e deixe descansar por 5 minutos. Depois, é só cortar o magret em fatias e servi-lo com o acompanhamento que preferir.</p>
<div id="attachment_1426" class="wp-caption aligncenter" style="width: 324px"><a href="http://guloseima.net/2012/02/01/pato-para-as-massas/pato-magret-pronto/" rel="attachment wp-att-1426"><img class="size-full wp-image-1426" title="Magret grelhado, tostadinho" src="http://guloseima.net/wp-content/uploads/2012/02/pato-magret-pronto.jpg" alt="Magret grelhado, tostadinho" width="314" height="203" /></a><p class="wp-caption-text">Magret grelhado, tostadinho por fora, rosado por dentro</p></div>
<p>Quem se aventurar a cozinhar algo com pato, mande notícias pra gente! Para mais receitas gostosas com carne de pato, <strong><a href="www.canardsdulacbrome.com" target="_blank">confira o website da Brome Lake</a></strong>.</p>
<p>Até a semana que vem!</p>
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		<title>Call me Ishmael*</title>
		<link>http://guloseima.net/2009/05/01/call-me-ishmael/</link>
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		<pubDate>Fri, 01 May 2009 17:14:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luciana Mastrorosa</dc:creator>
				<category><![CDATA[guloseima indica]]></category>
		<category><![CDATA[memória]]></category>
		<category><![CDATA[restaurantes]]></category>
		<category><![CDATA[comida contemporânea]]></category>
		<category><![CDATA[cupim]]></category>
		<category><![CDATA[magret]]></category>
		<category><![CDATA[pannacotta]]></category>
		<category><![CDATA[Sal Gastronomia]]></category>

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		<description><![CDATA[Esta semana, em mais uma comemoração do mês de abril, fomos jantar no Sal Gastronomia, do chef Henrique Fogaça, em Higienópolis. Estava curiosa a respeito de sua comida, li muitas resenhas favoráveis e queria experimentar. Chegamos à Galeria Vermelho, onde fica o restaurante, por volta das 22h30. Não gosto de chegar tarde a restaurantes que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Esta semana, em mais uma comemoração do mês de abril, fomos jantar no <a href="http://www.salgastronomia.com.br/" target="_blank">Sal Gastronomia</a>, do chef Henrique Fogaça, em Higienópolis.</p>
<p>Estava curiosa a respeito de sua comida, li muitas resenhas favoráveis e queria experimentar. Chegamos à Galeria Vermelho, onde fica o restaurante, por volta das 22h30.</p>
<p>Não gosto de chegar tarde a restaurantes que fecham por volta de meia-noite, porque me sinto mal de ver que, não raro, somos os últimos clientes do lugar. Mas o atendimento foi cordial do princípio ao fim, então relaxei e curti o jantar, apesar da minha neurose com horários.</p>
<p>Para começar, o couvert estava bom. Pães crocantes (mas que me pareceram longe de estar fresquíssimos) acompanhados por quatro cumbuquinhas com <strong>manteiga de mel e limão</strong> (a melhor de todas), <strong>sardela de pimentão</strong> (suave), <strong>frango desfiado em um molho com bastante azeite e temperos</strong> (muito bom) e<strong> cebola agridoce</strong> (não gosto de cebola&#8230;).</p>
<div id="attachment_739" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-739" title="Couvert do restaurante Sal Gastronomia. Foto: Luciana Mastrorosa" src="http://www.guloseima.net/wp-content/uploads/2009/05/sal-couvert.jpg" alt="Couvert do restaurante Sal Gastronomia. Foto: Luciana Mastrorosa" width="500" height="399" /><p class="wp-caption-text">Couvert do restaurante Sal Gastronomia. Foto: Luciana Mastrorosa</p></div>
<p>De entrada,pedimos a <strong>bruschetta de polvo com vinagrete de hortelã</strong>. Vieram duas unidades, grandes, preparadas com fatias grossas de pão italiano. O recheio de polvo cheirava muito bem, e ficamos com água na boca. Além do polvo, macio, desmanchando na boca, o recheio levava alguns legumes e muitas ervas, como hortelã e salsa. Tudo regado com azeite. Gostei muito!</p>
<div id="attachment_740" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-740" title="Bruchetta de polvo, de entrada. Foto: Luciana Mastrorosa" src="http://www.guloseima.net/wp-content/uploads/2009/05/sal-bruschetta-polco.jpg" alt="Bruchetta de polvo, de entrada. Foto: Luciana Mastrorosa" width="500" height="397" /><p class="wp-caption-text">Bruchetta de polvo, de entrada. Foto: Luciana Mastrorosa</p></div>
<p>Como prato principal, pedi o <strong>magret de pato ao vinho do Porto</strong>, acompanhado de purê de mandioquinha, banana-ouro e cebolinha ao caramelo de capim-santo. Para ele, o prato foi <strong>cupim na manteiga de garrafa</strong> com farofa de banana e mandioca cozida.</p>
<p>Os pratos estavam bons, mas achei que faltava um algo mais. A carne do magret, por exemplo, estava no ponto, suculenta, mas a pele &#8211; que deveria ser crocante &#8211; estava mole. Bem mole. Eu esperava mais de um peito de pato, especialmente depois das aulas que tive na <a href="http://www.wkcozinha.com.br" target="_blank">Wilma Kovesi</a>, e dos maravilhosos magrets que preparamos no curso.</p>
<div id="attachment_741" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-741" title="Magret com com purê de mandioquinha" src="http://www.guloseima.net/wp-content/uploads/2009/05/sal-magret.jpg" alt="Magret com com purê de mandioquinha e molho de vinho. Foto: Luciana Mastrorosa" width="500" height="359" /><p class="wp-caption-text">Magret com com purê de mandioquinha e molho de vinho. Foto: Luciana Mastrorosa</p></div>
<p>O purê de mandioquinha estava um tanto pesado demais, gorduroso. A banana-ouro era uma banana-ouro, ou seja, sem mais surpresas. Por incrível que pareça, o que me impressionou foi a cebola (e eu não gosto de cebola!): veio inteira, pequenina, roxa, completamente caramelada. Comi um pedaço e achei interessante, mas confesso que não senti gosto do capim-santo no caramelo.</p>
<p>O cupim, que também provei, estava bom, mas também não tinha um &#8220;algo mais&#8221; que eu esperava. A farofa, porém, estava deliciosa, crocante, bem temperada, excelente. A mandioca também estava ok, sem nenhum atrativo a mais.</p>
<div id="attachment_742" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-742" title="Cupim na manteiga de garrafa, com farofa e mandioca" src="http://www.guloseima.net/wp-content/uploads/2009/05/sal-cupim.jpg" alt="Cupim na manteiga de garrafa, com farofa e mandioca. A farofa estava excelente. Foto: Luciana Mastrorosa" width="500" height="368" /><p class="wp-caption-text">Cupim na manteiga de garrafa, com farofa e mandioca. Foto: Luciana Mastrorosa</p></div>
<p>Acompanhamos o jantar com um vinho Carmen Merlot, em meia garrafa. E, para finalizar&#8230; <strong>Eu, Capitão Ahab, encontrei minha Moby Dick no cardápio: pannacotta!</strong></p>
<p>Ao ver minha excitação diante da pannacotta, uma das minhas obsessões culinárias, meu marido balbuciou: &#8220;Call me Ishmael&#8221;. Hehe. Engraçadinho! Imediatamente, nasceu a ideia de batizar este post em homenagem à Moby Dick, branca como minha querida sobremesa.</p>
<div id="attachment_743" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-743" title="Pannacotta com calda de framboesa" src="http://www.guloseima.net/wp-content/uploads/2009/05/sal-pannacotta.jpg" alt="A pannacotta com calda de framboesa estava excelente. Foto: Luciana Mastrorosa" width="500" height="375" /><p class="wp-caption-text">Pannacotta com calda de framboesa ou, segundo meu marido, minha &quot;Moby Dick&quot; particular. Pois é. Foto: Luciana Mastrorosa</p></div>
<p>Em resumo: a <strong>pannacotta</strong> estava excelente, acompanhada de uma calda de framboesa muito boa, com acidez que contrastava bem com a cremosidade branca da pannacotta. Fiquei feliz, enfim. E quebrando a cabeça, claro, para entender o segredo desta sobremesa que é tão simples e tão matreira, cheia de segredinhos para ficar perfeita. E a pannacotta do Sal estava perfeita.</p>
<p>Trate-me por Ishmael.</p>
<p>***</p>
<p><a href="http://www.salgastronomia.com.br/" target="_blank">Sal Gastronomia</a></p>
<p>Rua Minas Gerais, 350 &#8211; Higienópolis &#8211; São Paulo/SP</p>
<p>Fone: (11) 3151-3085</p>
<p>***</p>
<p><em>* O título deste blog faz referência à primeira frase do livro <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Moby_Dick" target="_blank">&#8220;Moby Dick&#8221;</a>, de Herman Melville, que conta a história de ódio (e amor) do velho Capitão Ahab pela baleia branca Moby Dick. Melville começou a contar sua intrincada saga com a frase mais simples do mundo: &#8220;Call me Ishmael&#8221; ou, em bom português, &#8220;Trate-me por Ishmael&#8221;. Virou uma das frases de abertura de livro mais famosas da literatura. Gênio.</em></p>
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